quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Nunca sofri por amor.

É duro dizer
Mas nunca sofri mais de dez minutos por amor
Ninguém nunca mereceu o meu choro
Nem a falta de apetite
Vivo de músicas românticas
E não sou romântico

E se eu largo alguém
Não sinto a menor culpa
Será que eu nunca amei de verdade
Ou o verdadeiro amor
É assim

Eu sofro por um cão
Mas não por um coração
Faz parte da minha natureza.


(Cazuza)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Ensino.

Eu te ensinei muitas coisas e bem pelo contrario do que o ditado diz eu esperava aprender também. Te ensinei a rir, chorar, cantar, ver o mundo um mundo de verdade, te ensinei a ser alguém de verdade. Você me ensinou... O problema é que eu não me lembro de ter aprendido nada com você a não ser perdoar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Incomodo.

Muitas coisas em você me incomodam, mas a principal é o sorriso, que sorriso? Você não sorri com a boca nem com os olhos e muito menos com a alma. Você não se alegra. Como pode alguém ser feliz sem riso,gargalhada? Você não é feliz e isso me incomoda.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Falar menos.

Não sei onde li, mas sei que li em algum lugar, que dizer eu te amo virou tão romântico quanto falar me passa o açúcar. Mas para mim não, deve ser pelo fato de eu pensar que o verdadeiro amor não é falado mas sim demonstrado. Dizer eu te amo não basta, não mesmo. Nos dias de hoje a frases que deveria ser a de pronuncia mais difícil, pois deveria vir da alma do coração esta estampada em cartazes em recados ou para piorar na boca de pessoas que nem se quer sabem o sentido de amar, não eu te amo não é bom dia.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Azul.



O vestido azul parecia fazer parte da menina da casa de esquina, todo dia ela brincava azulada com ele no seu quintal, que por sinal era muito pequeno, como ela e o seu vestido. O que eu não entendia era como ela fazia aquele vestido parecer diferente todos os dias, ela se movia com lentidão brincando de princesa ou de gata borralheira a única coisa que não mudava era o azul do vestido e dos olhos, azul do sorriso que por sinal era a mesma cor da casa da esquina. Um dia perguntei a ela o que lhe fazia ser tão azulada e sorridente, as vezes parecia ser de cera ou uma boneca de plástico, ela respondeu que o azul vinha do céu que por sinal era dela. Segundo o que lhe me falou o céu pertencia a ela, havia ganho de brinde no dia em que comprou o seu vestido azul. Visitei várias lojas a procura do vestido azul, mas nunca o encontrei.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Somente ela.

Hoje de manha não tinha sol, se parar para pensar não tinha nem céu muito menos nuvem. Mas tinha a lua, ela ainda estava lá mesmo eu não podendo ver.